Pauderney defende legalidade da eleição e convenção do UB

O ex-deputado federal Pauderney Avelino afirmou que  todos os trâmites legais para a eleição da presidência da executiva estadual do União Brasil (UB) foram seguidos, respeitando rigorosamente o que prevê o estatuto da legenda. A declaração, em distribuída à imprensa, é após a Justiça do Amazonas anular a convenção partidária que manteve Pauderney na presidência do partido no estado.

Na nota, Pauderney afirma um dos itens exigidos foi a realização da convenção municipal em pelo menos 5% dos municípios do estado até 31 de março. Ele disse que, no Amazonas, a comissão instituidora cumpriu a exigência em 10% dos municípios, ou seja, em seis dos 62 que compõem o Estado: Itacoatiara, Iranduba, Beruri, Manacapuru, Apuí e Eirunepé.

Outra exigência do estatudo, segundo ele, é a realização da convenção estadual, para substituição da comissão instituidora, até 30 de abril e foi cumprida em 26 de abril, quatro dias antes do prazo final e com chapa devidamente registrada.

Ressaltou que, da convenção estadual, participaram, de forma democrática, dezenas de filiados, dentre eles seis delegados de diretórios municipais, um deputado estadual, o prefeito da maior cidade do interior do Amazonas, Parintins, além de 11 dos 16 membros da comissão executiva então vigente.

Pauderney disse ainda que, após a eleição, o Diretório Nacional da legenda foi cientificado e convalidou a regularidade da convenção, autorizando a comissão executiva a atuar. “Esta, inclusive, foi registrada na Justiça Eleitoral. O Diretório Nacional, portanto, foi devidamente informado da realização do evento antes, durante e de seu consequente resultado”, diz trecho da nota.

O ex-deputado federal destacou que a convenção representou a vontade de mais de quarenta filiados, número muito superior ao de insatisfeitos que protocolaram ação judicial. Todos os deputados estaduais e federais do UB e o secretário do governo Wilson Lima, Sérgio Litaiff Filho, ingressaram com a ação.

Pauderney  enfatiza, na nota, que todos os filiados devem ter o mesmo valor, que nenhum voto é mais ou menos importante que o outro. “Infelizmente, por interesse particular, alguns buscaram o Judiciário, propondo uma ação sem a exposição dos fatos como eles ocorreram”, disse.

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