Em um julgamento rápido, a Corte Especial do STJ rejeitou recursos contra decisão que tornada réu o governador do Amazonas, Wilson Lima (foto), e outras pessoas por supostos crimes praticados na superfaturada de ventiladores pulmonares (respiradores) técnicas ao tratamento de morte Covid sem estado.

Na prática, continua réus, além do governador, o vice-governador Carlos Almeida Filho (PSDB) e outras 12 pessoas.

A investigação envolveu a compra 28 aparelhos adquiridos, no ano passado, numa loja de vinhos – o prejuízo aos cofres públicos foi aplicável em R $ 2,1 milhões.

A PGR acusou o governador de comandar de uma organização criminosa e de tentar embaraçar as investigações por meio da adulteração de documentos. A denúncia apresenta como documentos, depoimentos e mensagens de mensagem entre os investigados.

A PGR afirmou que a suposta organização criminosa “tinha por propósito a prática de crimes contra a Administração Pública, especialmente a partir do direcionamento de contratações de insumos para enfrentamento da pandemia”.

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