(Foto: Sintramdiv / org)
A empresa foi investigada e teve suas unidades de produção interditadas depois que lotes de cervejas causaram intoxicação em consumidores, resultando na morte de pelo menos 10 pessoas.
Investigadores acharam a substância tóxica dietilenoglicol, usada em sistemas de refrigeração. Três sócios da companhia, sete funcionários e um fornecedor foram denunciados pelo Ministério Público.
A liberação pelo Ministério foi para duas adegas do parque fabril da empresa. A produção já vinha ocorrendo após o ministério autorizar a volta da fabricação do produto em novembro de 2021.
Segundo o órgão, a decisão foi tomada depois de análise por auditores agropecuários. Eles avaliaram amostras de lotes que passaram a ser produzidos. Diante da ausência de problemas e da validação das bebidas, a permissão da volta da comercialização foi emitida.
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