Quem contesta eleição em atos antidemocráticos será tratado como criminoso, diz Moraes

Na primeira sessão de julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da Corte, ministro Alexandre de Moraes, enfatizou que as eleições de 2022 foram legítimas, transparentes, democráticas e com as confiabilidade das urnas eletrônicas atestadas novamente.

Diante das manifestações contra o resultado das eleições, que elegeram Luiz Inácio Lula da Silva (PT) presidente, Moraes ressaltou que o pleito terminou e que todo o rito constitucional será cumprido.

“A Justiça Eleitoral tem absoluta certeza da confiabilidade das urnas eletrônicas. As eleições acabaram, o segundo turno acabou democraticamente, no ultimo domingo. O TSE proclamou o vencedor. O vencedor será diplomado até 19 de dezembro e tomará posse em 1º de janeiro de 2023”, garantiu Moraes.

O presidente do TSE ainda completou: “Isso é democracia, isso é alternância de poder, isso é estado republicano”, reforçou. Sem citar nomes, Moraes ressaltou que os movimentos de caminhoneiros e ativistas descontentes com a derrota de Jair Bolsonaro (PL) por todo o país é irregular, e não tem legitimidade para contestar as eleições.

“Não há como se contestar um resultado democraticamente divulgado com movimentos ilícitos, antidemocráticos, com movimentos criminosos que serão combatidos, e os responsáveis, apurados e responsabilizados sob a pena da lei. A democracia venceu novamente no Brasil”, completou.

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