O instituto AtlasIntel divulgou uma nota técnica rebatendo a decisão do ministro Kassio Nunes Marques, do STF, que suspendeu a divulgação de uma pesquisa mostrando queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro. Segundo a empresa, a metodologia utilizada segue padrões internacionais e não apresenta irregularidades que justifiquem a censura.

A pesquisa em questão apontava uma redução significativa no apoio ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro em um cenário de disputa pela reeleição ao Senado. A suspensão gerou debates sobre liberdade de expressão e o papel do Judiciário na regulação de pesquisas eleitorais.

Para os moradores do interior do Amazonas, onde as eleições federais influenciam diretamente recursos para infraestrutura e políticas ambientais, esse tipo de informação é fundamental para entender o equilíbrio de forças em Brasília. A decisão judicial pode afetar a forma como eleitores acompanham o desempenho de candidatos de alcance nacional.

O AtlasIntel afirmou que vai recorrer da liminar e mantém os dados à disposição de clientes e parceiros. A empresa reforçou que todas as pesquisas seguem critérios estatísticos rigorosos e que a transparência é essencial para a democracia.

O episódio reacende discussões sobre o uso de pesquisas como ferramenta de planejamento político em todo o país, inclusive em regiões distantes dos grandes centros.
Fonte: CartaCapital

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