Após determinação da Justiça do Amazonas, a Polícia Militar suspendeu os 14 policiais da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) envolvidos na chacina do ramal Água Branca, em Manaus. De acordo com portaria publicada no Diário Oficial, os PMs deixarão de receber remuneração referente ao cargo.
O crime ocorreu em dezembro de 2022. Diego Máximo Gemaque; Alexandre do Nascimento Melo; Lilian Daiane Máximo Gemaque; e Valéria Pacheco da Silva foram encontrados mortos dentro de um veículo, em um barranco no ramal Água Branca, no KM 35 da AM-010.
No início de novembro, a Justiça converteu a prisão preventiva para liberdade provisória aos policiais. Atualmente, eles são monitorados por tornozeleira eletrônica e aguardarão júri popular em liberdade.
Os policiais ficaram presos por pouco mais de dez meses, no Batalhão de Guardas da Polícia Militar do Amazonas. Durante esse período, eles continuaram a receber os salários, que chegam a R$ 19 mil, como é o caso de um tenente.
De acordo com a portaria, assinada pelo comandante-geral, Klinger Paiva, os agentes também terão que entregar armas, fardas e carteiras de identidades de policiais ao Comando Geral da PM.
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