O relatório das Forças Armadas, que não apontou irregularidades no processo eleitoral brasileiro, deixou confusa uma parte dos manifestantes que estão acampados em frente ao Comando Militar da Amazônia (CMA) há dez dias.
Na noite de quarta-feira, 10/11, a exemplo do que aconteceu no restante do País em protestos semelhantes, a dúvida era se o movimento deveria acabar ou não. Muitos disseram que as Forças Armadas se venderam e se mostraram decepcionados. Outros tentaram apaziguar os ânimos para manter o acampamento em Manaus.
Nos grupos de Whatsapp a grandes novidade entre os patriotas é de que, na verdade, o relatório das Forças Armadas está escrito de maneira cifrada e que a verdadeira mensagem está nas entrelinhas e precisa ser interpretada. “Eles não podem falar de forma aberta, então escrevem para que só a gente entenda”, argumentam.
Enquanto alguns manifestantes já pensam em debandar, outros que antes diziam que o Exército daria um golpe de estado 72h após as eleições, agora pedem para que todos se mantenham firmes, pois a tomada do poder será no dia 15 de novembro, no dia da Proclamação da República. Eles acreditam que neste dia os minsitros do STF serão presos, juntamente com Lula.
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