Após 17 dias da queda de ponte na BR-319, aterro sobre o rio Autaz Mirim é concluído

Após 17 dias da queda da ponte na BR-319 sobre o rio Autaz Mirim, no dia 8 de outubro deste ano, o aterro que estava sendo feito no local teria sido concluído e o trânsito teria sido liberado.

Por meio de nota, o Dnit informou que a passagem seca, de 30 metros de extensão, feita no local desde o desabamento da ponte, já está garantindo o trânsito de pedestres e de veículos leves e pesados de um lado ao outro do rio.

De acordo com o DNIT, mesmo após a conclusão, ainda serão instaladas sinalizações verticais e dispositivos de segurança para controlar o fluxo de carros.

Durante a semana, serão instaladas as placas de advertência, alertando sobre as lombadas nos acessos à passagem e também sobre o limite de velocidade, que será de 20 km/h.

Porém, uma das preocupações da população é a demora na construção da ponte, pois mesmo com o aterro realizado, o local ainda continua perigoso.

Já na primeira ponte que desabou sobre o rio Curuçá no dia 28 de setembro, uma balsa foi instalada para fazer a travessia dos carros para que sigam seus destinos, esta operação está sendo realizada pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ).

Além de afetar mais de 100 mil pessoas, a queda das pontes tem provocado desabastecimento de alimentos e remédios em três cidades do Amazonas: Careiro da Várzea, Careiro – conhecido como Careiro Castanho – e Manaquiri.

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