O número de feminicídios bateu recorde no Brasil em 2025: foram 1.470 casos de janeiro a dezembro, conforme dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O total supera os 1.464 registros de 2024, a maior marca até então. Os registros oficiais de feminicídios apontam para quatro mulheres mortas por dia no ano passado.
Em sintonia no combate a essa triste realidade, a Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), presidida pela deputada Alessandra Campelo (Podemos), é o órgão legislativo de acolhimento, orientação e recebimento de denúncias de violência contra a mulher.
“Neste ano, vamos trabalhar ativamente ajudando as mulheres a identificarem sinais de risco de violência antes que evoluam para a agressão física. As mulheres precisam entender que não é normal uma relação em que existam gritos, cerceamento de liberdade e controle. Isso não é amor”, afirmou.
A Procuradoria da Mulher, iniciou a programação de atividades para 2026 com uma palestra voltada à orientação e à prevenção do feminicídio.
A conferência, disponibilizada de forma virtual, é voltada especialmente para jovens de 15 a 20 anos e foi solicitada pela Instituição Arco-Íris para suas integrantes. Mais informações podem ser obtidas junto à Procuradoria da Mulher pelo WhatsApp (92) 99400-0093.
Ações no Carnaval
A Procuradoria dará sequência ao trabalho de combate à violência durante as bandas de Carnaval, com ações de panfletagem voltadas ao enfrentamento do assédio e da importunação sexual durante a folia.
A iniciativa busca educar a população sobre a importância do consentimento e do respeito ao corpo e à vontade da mulher.
Dia Internacional da Mulher
No mês de março, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, está prevista uma caminhada na Praia da Ponta Negra, no dia 8 de março, para chamar a atenção da sociedade para a importância do combate à violência contra a mulher.
“Neste ano, vamos trabalhar ativamente ajudando as mulheres a identificarem sinais de risco de violência antes que evoluam para a agressão física. As mulheres precisam entender que não é normal uma relação em que existam gritos, cerceamento de liberdade e controle. Isso não é amor”, afirmou a deputada Alessandra Campelo, presidente da Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia.
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