Na justificativa do investimento, a prefeitura de Manaus afirma que a opção em contratar tecnologia de microcápsulas se deve a segurança oferecida e durabilidade de eficácia.

O processo químico faz a liberação do composto de forma gradual e a longo prazo, sem oferecer risco de toxicidade, devido à baixa concentração de inseticida. Isso faz com que o local de aplicação esteja seguro e protegido.

De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS/AM), de janeiro a março deste ano, Manaus registrou 623 casos de malária, por exemplo. No mesmo período no ano passado foram 669.

Quanto à dengue, a capital registrou 615 casos no primeiro trimestre deste ano frente a 2.120 também de janeiro a março de 2021.

Bruno Elander – Rádio Rio Mar

Foto: Ruan Souza / Semcom

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