Parintins (AM) – Em tempos de inteligência artificial, robôs e efeitos digitais cada vez mais sofisticados, o Festival de Parintins continua encantando o público com um espetáculo movido por uma tecnologia muito mais antiga: a criatividade, o talento e a força humana.

Quem vê as gigantescas alegorias desfilando na arena imagina que computadores, motores ou complexos sistemas eletrônicos sejam responsáveis pelos movimentos. Mas não é assim. Nos bois Caprichoso e Garantido, praticamente tudo funciona de forma artesanal.

O Portal MarioAdolfo.com foi aos bastidores de algumas dessas estruturas e mostrou o segredo por trás da magia. As figuras ganham vida graças ao trabalho sincronizado de dezenas de artistas que, escondidos dentro das alegorias, movimentam cordas, cabos e mecanismos manuais cuidadosamente planejados.

É esse trabalho que faz personagens abrirem e fecharem a boca como se estivessem falando, moverem os olhos, girarem a cabeça, levantarem os braços e reproduzirem movimentos que impressionam quem acompanha o espetáculo da arquibancada.

Alegria vista pela frente

O sincronismo entre os integrantes da equipe é tão preciso que as alegorias parecem ter vida própria. Cada movimento depende da força, da coordenação e da experiência dos artistas, que trabalham longe dos holofotes, mas são fundamentais para transformar o desfile em um dos maiores espetáculos culturais do planeta.

Nos vídeos, é possível comparar o que o público vê na frente da alegoria com o intenso trabalho realizado nos bastidores, revelando uma engenharia totalmente artesanal que continua sendo um dos maiores segredos da magia do Festival de Parintins.

Alegoria à vista por trás

👁 3 visualizacoes

PUBLICIDADE