Considerado um dos mais relevantes grupos de defesa dos animais dos Estados Unidos, o PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, em português) deu uma chamada daquelas em Rihanna logo depois de a cantora ser fotografada usando um casaco de pele ao chegar em uma casa noturna de Los Angeles, dias atrás. A imagem, como tudo o que diz respeito à Rihanna, correu o mundo.
O ONG enviou um modelo parecido com o original, mas em pele artificial, e pediu a ela mudasse seu guarda-roupa. “Como mãe, você sabe o que é se sentir protetora e querer garantir que nenhum mal aconteça à sua família. Por favor, entenda que esse desejo -até mesmo esse instinto- é compartilhado pelas raposas e coelhos que são arrancados de suas famílias e mortos por causa de suas peles”, diz um trecho da mensagem, assinada por Lisa Lange, vice-presidente da PETA.
Ela continua: “Você não poderia, por favor, ajudar a criar um mundo mais gentil para seus filhos crescerem, decidindo hoje que não usará mais peles?”. O casaco novo enviado à cantora seria, segundo Lisa, para que Rihanna ficasse “aquecida e na moda enquanto faz a troca sem crueldade”. A artista, estrela do show do intervalo do Super Bowl deste ano, não se pronunciou em suas redes até a publicação deste texto.
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