A angústia toma conta de uma família em Manaus após o desaparecimento de Raquel de Souza Rocha, de 20 anos, e de seu filho, Jardison Júnior de Souza Rocha, de apenas um ano e seis meses. Vistos pela última vez na manhã do último domingo (01/03), no bairro Coroado, zona Leste da capital, mãe e criança sumiram após Raquel informar que levaria o pequeno para passear em um centro de compras da região.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento exato em que a jovem entra em um carro de aplicativo carregando apenas o filho e uma mochila infantil. Segundo a família de Raquel, ela deixou para trás todos os seus pertences, incluindo documentos pessoais.

Segundo relatos de familiares à polícia, o contato com a jovem foi interrompido por volta das 15h de domingo, quando o celular parou de receber chamadas. Em busca de respostas, a mãe da jovem, Nilcilene de Souza, chegou a procurar parentes do ex-companheiro de Raquel — de quem ela está separada há quatro meses —, mas foi informada que o rapaz vive atualmente em situação de rua em um terminal de ônibus da capital.

“Ela saiu de manhã dizendo que ia passear com o bebê. Na última mensagem que me mandou ela disse que ia chamar um uber de volta pra casa, e não voltou até agora. Desconheço possíveis motivações para uma possível fuga da minha filha. Ela parou de responder, é como se o celular tivesse sido desligado. Não acredito que ela sumiria assim, sem falar com ninguém”, afirmou Nilcilene, em depoimento.

Diligências em andamento

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Ordem Política e Social (Deops), confirmou que as investigações já estão em curso. Em nota oficial, a instituição ratificou que a investigação está em andamento para localizar mãe e filho e que “todas as hipóteses estão sendo checadas para esclarecer o paradeiro de ambos”.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Raquel e do pequeno Jardison pode ser repassada pelos números (92) 3667-7713, da Deops; 197 ou (92) 3667-7575, da Polícia Civil; e 181, da Secretaria de Segurança Pública. A identidade do denunciante será mantida em sigilo.

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