O governo federal reduziu em R$ 5 bilhões a estimativa de gastos da Previdência Social em 2027. As despesas com aposentadorias e benefícios devem chegar a R$ 1,218 trilhão no ano que vem, segundo estimativa apresentada nesta terça-feira (25) ao Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS).
Na projeção divulgada em agosto, os gastos somariam R$ 1,223 trilhão.
Mesmo com a redução da projeção, o valor previsto para 2027 representa uma alta de 7,92% em relação à previsão de gastos para 2026 (R$ 1,129 trilhão).
A revisão foi feita depois que o governo federal incorporou o efeito do crescimento do número de concessões de benefícios e da implementação das ações para a diminuição da fila de requerimentos a espera de análise do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Dados do Ministério da Previdência Social mostram que a fila caiu para 1,8 milhão de benefícios represados em junho e para 1,55 milhão no fim de julho – o menor patamar em 21 meses. No ano, a redução da fila foi de 74%. A redução da fila implica aumento de despesas.
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A maior parte do dinheiro será usada para pagar benefícios previdenciários, como aposentadorias e pensões. Para esse grupo, a previsão é de R$ 1,161 trilhão em 2027, alta de 8,76% em relação à projeção para 2026.
A previsão foi aprovada por unanimidade pelo CNPS.
O governo poderá agora usar o espaço orçamentário aberto pela redução das despesas previdenciárias em R$ 5 bilhões na elaboração do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, que precisa ser enviado ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto.
Na projeção divulgada em agosto, os gastos somariam R$ 1,223 trilhão.
Mesmo com a redução da projeção, o valor previsto para 2027 representa uma alta de 7,92% em relação à previsão de gastos para 2026 (R$ 1,129 trilhão).
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Dados do Ministério da Previdência Social mostram que a fila caiu para 1,8 milhão de benefícios represados em junho e para 1,55 milhão no fim de julho – o menor patamar em 21 meses. No ano, a redução da fila foi de 74%. A redução da fila implica aumento de despesas.
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A previsão foi aprovada por unanimidade pelo CNPS.
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