Os depoimentos previstos são de dois ex-servidores comissionados do MEC e de dois homens apontados como mediadores dos repasses:

– Odimar Barreto, pastor e major aposentado da Polícia Militar de São Paulo. Segundo o requerimento, ele é apontado como um dos articuladores dos encontros entre pastores lobistas e prefeitos dentro da pasta. Foi nomeado assessor especial do MEC em 2020, semanas após a posse de Milton Ribeiro, e exonerado do cargo em março deste ano, quando veio à tona as denúncias.

– Jorge Guilherme da Silva Souza, apontado em oitiva de prefeitos como proprietário da JG Consultoria e Assessoria, que seria uma das gerenciadoras do trato da liberação de verbas com o FNDE/MEC.

– Luciano de Freitas, advogado que trabalhou como gerente de projetos na Secretaria Executiva do MEC. Ele é apontado como responsável por agilizar os repasses de recursos negociados pelos religiosos.

– Crezus Ralph Lavra Santos, assessor da Assembleia Legislativa do Maranhão, apontado pela imprensa como mediador entre os pastores investigados e prefeitos do Maranhão.

Fonte: Senado

Fotos: Agência Senado

source

👁 5 visualizacoes

PUBLICIDADE