As duas vagas do Amazonas ao Senado Federal já configuram como uma das mais disputadas nas eleições de 2026. Desde o fim do prazo de desincompatibilização de cargos, candidatos passaram a oficializar pré-candidaturas e ampliar articulações entre as siglas e população. Até a primeira quinzena de maio, oito figuras já confirmaram intenção em disputar a cadeira.
Além de exigir campanhas com alcance estadual, o Senado é visto como um cargo de forte peso institucional e político. Com mandato de oito anos, o posto costuma atrair lideranças já consolidadas, ex-prefeitos, ex-governadores, parlamentares e figuras com forte capital político.
Entre os nomes já colocados para a disputa estão os senadores Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB), ex-governador do Amazonas Wilson Lima (União Brasil), o deputado federal Capitão Alberto Neto (PL), o ex-vice-prefeito Marcos Rotta (PP), o ex-deputado federal Marcelo Ramos (PT) e a advogada Chris Melchior (PSB). Além deles, o indígena Ismael Munduruku é pré-candidato pelo partido Rede.
Pesquisa já aponta favoritos
Os levantamentos eleitorais mais recentes começam a indicar quais nomes são mais lembrados pelos eleitores amazonenses. Pesquisa do Instituto Census divulgada nesta semana indicou nomes como Eduardo Braga, Wilson Lima, Plínio Valério, Capitão Alberto Neto, Marcelo Ramos e Marcos Rotta entre os mais lembrados para a disputa ao Senado em 2026.
O levantamento se baseou em duas mil entrevistas, que apontaram Eduardo Braga e Alberto Neto como favoritos para a conquista das vagas.
Peso político
Segundo a advogada eleitoral Monalisa Gadelha, o cargo reúne fatores que aumentam a competitividade da eleição, como a pouca quantidade de vagas e necessidade de ser conhecido amplamente no estado, além da participação em momentos decisivos do país.
“O Senado faz coisas que nenhuma outra Casa faz. É lá que se decide um nome indicado para o Supremo Tribunal Federal que vai ou não tomar posse e o processo de impeachment do presidente. É um cargo que influencia diretamente os rumos do país”, alerta.
A especialista destaca ainda que o mandato de oito anos influencia diretamente o perfil dos candidatos. “O senador tem o mandato mais longo entre todos os cargos eletivos do Brasil. Isso normalmente atrai políticos mais experientes, que já possuem trajetória consolidada e estrutura eleitoral mais forte”, afirmou.
Estratégias e alianças
Com duas vagas em disputa, a lógica da campanha também muda. O eleitor poderá votar em dois candidatos diferentes para o Senado, o que amplia as possibilidades de alianças políticas e dobradinhas eleitorais.
“Em cenários com duas vagas, é comum que partidos tentem unir nomes que se complementem regionalmente ou dialoguem com públicos diferentes. Em vez de disputarem entre si, acabam se fortalecendo mutuamente”, avaliou a advogada.
👁 2 visualizacoes
- Fábio Faria, marido de Patrícia Abravanel, é citado em mensagens sobre festa de banqueiro preso (107 visualizacoes)
- Jeep Compass 2027 ganha versões híbridas, mas ainda custa e consome mais que rivais chineses (101 visualizacoes)
- O Boticário lança “Cuide-se Bem Acerola e Vai” e conecta o autocuidado ao universo do sport care (38 visualizacoes)
- Lula divulga jingle ‘Bora Lula’ em perfis nas redes sociais (32 visualizacoes)
- Os 7 filmes e séries mais assistidos hoje no streaming | 18 de outubro de 2026 (25 visualizacoes)





_(1).jpg?w=1068&resize=1068,0&ssl=1)

