O ex-presidente Michel Temer (MDB) confirmou ter sido um dos signatários da “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito”, documento organizado pela Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo) e apresentado nesta 5ª em ato no Pátio das Arcadas do largo de São Francisco, em São Paulo (SP).

Temer também assinou o manifesto elaborado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). O documento foi lido em frente ao prédio da faculdade, palco de outra manifestação pró-democracia feita em 11 de agosto de 1977 durante a ditadura militar.

Vice-presidente de 2011 a 2016 no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e posteriormente presidente da República até o final de 2018, Michel Temer foi deputado constituinte e presidiu a Câmara dos Deputados entre 1997 e 2001 e novamente de 2009 a 2010. 

O cacique emedebista foi alvo de investidas para costurar um apoio do partido a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no 1º turno das eleições. As negociações esfriaram depois de Dilma, em dura declaração, ter chamado o ex-presidente de “golpista” e dizer que a “história não perdoa a prática da traição”.

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