O Amazonas ocupa a 8º posição no ranking de taxa de desocupação entre os estados brasileiros, com 9,7% no segundo trimestre deste ano. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), referente a Mercado de Trabalho, divulgada nesta terça-feira (15), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Conforme o IBGE, o estado registrou uma redução de -0,8% em comparação ao primeiro trimestre, de janeiro a março. Já em comparação ao mesmo período do ano passado, o índice reduziu -1%. Com isso, o quantitativo de pessoas desocupadas no segundo trimestre ficou estimado em 187 mil pessoas.
Além do Amazonas, Piauí e Alagoas apresentam a mesma taxa de desocupação, ficando atrás de Rio Grande do Norte, que possui 10,2% de taxa de desocupação.
Na primeira posição do ranking está Pernambuco com 14,2%, seguido por Bahia e depois Amapá, com 13,4% e 12,4%, respectivamente. Na sequência aparecem Rio de Janeiro (11.3%), Paraíba (10,4%), Sergipe (10,3%).
Região Norte
Entre os estados da região Norte, o Amazonas fica atrás apenas do Amapá com uma diferença de 2,7% entre os dois estados. Na 3º posição do ranking está Acre com 9,3%. Pará possui 8,6%, Tocantins 6,5% e Roraima 5,1%. A menor taxa de desocupação, tanto na região Norte como do país, fica com Rondônia, com 2,4%.
Manaus
A capital amazonense está na terceira posição entre as capitais, com taxa de desocupação de 12,7%. E fica atrás de Salvador (BA) e Recife (PE), que possuem, respectivamente, 16,3% e 16%.
Ocupação
De acordo com o IBGE, o nível de ocupação, que é o percentual da população ocupada em relação às pessoas em idade de trabalhar (14 anos ou mais), aumentou para 55,4% no segundo trimestre. “Uma variação de 1,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior. Mas, com uma pequena queda de 0,8 pontos em relação ao mesmo trimestre de 2022”, explica pesquisa do IBGE.
O índice corresponde a entrada de 43 mil novos trabalhadores, alcançando 1.747.000 pessoas ocupadas em todo Estado.
A taxa de participação na força de trabalho, que é o percentual de pessoas na força de trabalho em relação às pessoas em idade de trabalhar, elevou 0,8 pontos (1.934 mi) em relação ao trimestre anterior. No comparativo com o mesmo trimestre de 2022, apresentou queda de 1,4 pontos.
O rendimento médio habitual de todos os trabalhos ficou em R$ 2.202,00, “não apresentando variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre do ano anterior”. Em 2022, o valor era de R$ 2.512,00.
Novos empregos
A pesquisa aponta que também houve incremento de 30 mil novos postos de trabalho, uma variação de 3,1% em relação ao trimestre anterior. Os trabalhadores empregados do setor público (16 mil) e do setor privado (10 mil) são os principais responsáveis pelo aumento.
Por outro lado, os empregadores tiveram uma queda de 13,3% nos postos de trabalho em relação ao trimestre anterior, uma redução de 7 mil postos. E os que trabalham sem CNPJ impactaram o mercado com aumento de 12 mil novos postos, na comparação com o mês anterior.
“Com todos os movimentos na posição na ocupação, a taxa de informalidade flexionou para 56,8%. Embora a queda seja muito pequena em relação ao trimestre anterior, é a menor taxa desde o primeiro trimestre de 2019. Com isso, no trimestre, o Amazonas passou a ter a terceira maior taxa de informalidade do país”, diz IBGE.
Paralelo ao índice de desocupação, o nível de ocupação, que é o percentual de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade de trabalhar (14 anos ou mais), aumentou para 55,4% no segundo trimestre. “Uma variação de 1,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior. Mas, com uma pequena queda de 0,8 pontos em relação ao mesmo trimestre de 2022”, explica pesquisa do IBGE.
O índice corresponde a entrada de 43 mil novos trabalhadores, alcançando 1.747.000 pessoas ocupadas em todo Estado.
A taxa de participação na força de trabalho, que é o percentual de pessoas na força de trabalho em relação às pessoas em idade de trabalhar, elevou 0,8 pontos (1.934 mi) em relação ao trimestre anterior. No comparativo com o mesmo trimestre de 2022, apresentou queda de 1,4 pontos.
O rendimento médio habitual de todos os trabalhos ficou em R$ 2.202,00, “não apresentando variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre do ano anterior”. Em 2022, o valor era de R$ 2.512,00.
A pesquisa aponta que também houve incremento de 30 mil novos postos de trabalho, uma variação de 3,1% em relação ao trimestre anterior. Os trabalhadores empregados do setor público (16 mil) e do setor privado (10 mil) são os principais responsáveis peloaumento.
Por outro lado, os empregadores tiveram uma queda de 13,3% nos postos de trabalho em relação ao trimestre anterior, uma redução de 7 mil postos. E os que trabalham sem CNPJ impactaram o mercado com aumento de 12 mil novos postos, na comparação com o mês anterior.
“Com todos os movimentos na posição na ocupação, a taxa de informalidade flexionou para 56,8%. Embora a queda seja muito pequena em relação ao trimestre anterior, é a menor taxa desde o primeiro trimestre de 2019. Com isso, no trimestre, o Amazonas passou a ter a terceira maior taxa de informalidade do país”, diz IBGE.
👁 0 visualizacoes
- Musical infantil e recreação estão entre atrações gratuitas de outubro (150 visualizacoes)
- Candidato ao governo do RJ recorre após ter candidatura indeferida (41 visualizacoes)
- Fogo consome prédio de pesquisa da UFPE sem deixar feridos (31 visualizacoes)
- Professores e estudantes da UEA tomam ruas de Manaus em ato contra extrema direita e pela reeleição de Lula (28 visualizacoes)
- Em vídeo que viralizou, ex-superintendente da Suframa alerta para riscos de governo Flávio Bolsonaro à indústria de Manaus (27 visualizacoes)









