O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) foi reeleito em primeiro turno nesta quarta-feira, 1º/2, como presidente do Senado e do Congresso Nacional pelos próximos dois anos. O parlamentar recebeu 49 votos contra 32 do seu adversário, Rogério Marinho (PL-RN).
A candidatura de Pacheco contou com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de seis partidos: PSD (15), MDB (10), PT (9), PSB (4), PDT (3) e Rede (1). No primeiro mandato, Pacheco também foi apoiado pelo Planalto, mas, na ocasião, Jair Bolsonaro (PL) era o presidente.
Marinho foi o candidato de oposição ao governo Lula e reuniu a ala bolsonarista do Senado a seu favor. Bloco PL (12), PP (6) e Republicanos (4) sustentou a candidatura do ex-ministro do Desenvolvimento Regional do governo Bolsonaro.
A votação foi feita em cédula, contendo os nomes dos candidatos por ordem alfabética.
Em seu discurso, Pacheco defedeu a responsabilidade fical. Disse que serão desafios da nova gestão a aprovação de um arcabouço fiscal, em substituição ao teto de gastos, e da reforma tributária.
“E temos um desafio agora pela frente, a reforma tributária, um novo arcabouço fiscal, porque não podemos admitir que se continue a arrecadação confusa do sistema tributário brasileiro, tampouco podemos permitir que se acabe com responsabilidade fiscal no nosso país que é uma conquista da modernidade”, disse.
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