Em nota, a pasta informou que os casos seguem em investigação, e que os centros de informações estratégicas de Vigilância em Sáude (Cievs) e a Rede Nacional de Vigilância Hospital (Renaveh) monitoram qualquer alteração do perfil epidemiológico, assim como casos suspeitos da doença.

O ministério orientou os profissionais de saúde a notificar imediatamente à autoridade sanitária os casos suspeitos da doença.

A doença de origem desconhecida está acometendo crianças em pelo 20 países. A doença se manifesta de forma muito severa e não tem relação direta com os vírus conhecidos da enfermidade. Em cerca de 10% dos casos foi necessário realizar o transplante de fígado.

Em comunicado divulgado em 23 de abril, a OMS disse que não há relação entre a doença e as vacinas utilizadas contra a Covid-19.

De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), os pacientes da hepatite aguda apresentaram sintomas gastrointestinais, incluindo dor abdominal, diarreia, vômitos, e icterícia. Não houve registro de febre.

O tratamento atual busca aliviar os sintomas e estabilizar o paciente se o caso for grave. As recomendações de tratamento deverão ser aprimoradas, assim que a origem da infecção for determinada.

Fonte: Agência Brasil

Fotos: Divulgação

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