O CEO da WSL na América Latina, Ivan Martinho, foi questionado na coletiva de imprensa do Vivo Rio Pro sobre a possibilidade de implantar um sistema semelhante ao VAR no Circuito Mundial de Surfe. Sobre o assunto, o brasileiro afirmou que a tecnologia já é utilizada. “Desde muito tempo existe esse sistema no qual os juízes podem rever as ondas para darem as notas”, declarou, às vésperas da etapa de Saquarema, que acontece neste final de semana. O esclarecimento veio em um momento oportuno, após a polêmica envolvendo as notas dos surfistas brasileiros durante o evento do Surf Ranch Pro. Os atletas Filipe Toledo, Gabriel Medina e Ítalo Ferreira se pronunciaram em suas redes sociais a respeito da falta de transparência em relação à avaliação das suas ondas. Medina, escreveu em seu Instagram: “Caro WSL, Por favor, entenda a importância desta discussão. Está claro que a avaliação dos juízes está agora recompensando um surfe muito simples, transições incompletas e progressão e variedade está sendo completamente retirada da equação. Isso é muito frustrante e ameaça o crescimento do esporte”. Apesar das reclamações, atualmente, três dos cinco surfistas que estão na zona de classificação para a WSL Finals são brasileiros: Filipinho, Chumbinho e o próprio Medina.
👁 0 visualizacoes
- Musical infantil e recreação estão entre atrações gratuitas de outubro (150 visualizacoes)
- Em vídeo que viralizou, ex-superintendente da Suframa alerta para riscos de governo Flávio Bolsonaro à indústria de Manaus (33 visualizacoes)
- Fogo consome prédio de pesquisa da UFPE sem deixar feridos (31 visualizacoes)
- Professores e estudantes da UEA tomam ruas de Manaus em ato contra extrema direita e pela reeleição de Lula (30 visualizacoes)
- Decisão do Tribunal Eleitoral atinge Carlos Bolsonaro, Pablo Marçal e Rony Gabriel (29 visualizacoes)









