O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deve autorizar a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Ministério da Educação nesta terça-feira (5) para investigar o gabinete paralelo da pasta, esquema revelado pelo Estadão.
Por outro lado, a CPI para investigar as ongs na Amazônia, proposta do senador Plínio Valério (PSDB-AM), que está na vez há três anos, é ignorada novamente por Pacheco. Antes, a CPI que furou a fila foi a da covid (coronavírus).
A oposição espera começar a apuração, com audiências, convocações e quebras de sigilo, em agosto, no mesmo mês de início da campanha eleitoral com o presidente Jair Bolsonaro (PL) no alvo da apuração.
Governistas, por outro lado, querem adiar o funcionamento para depois das eleições, na tentativa de evitar desgastes ao Planalto.
Pacheco agendou uma reunião com líderes partidários para discutir a abertura da CPI nesta terça-feira, 5, às 9h.
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O presidente da Casa informou a senadores que pretende ler o requerimento de instalação no mesmo dia no plenário.
Após esse procedimento, senadores ainda podem adicionar ou retirar as assinaturas de apoio à investigação até meia-noite.
O trabalho da CPI só começa efetivamente após a indicação dos membros pelos líderes partidários.
Com informações do Estadão e do UOL
Foto: Agência Brasil
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