
Além de detalhar as despesas da União, os textos indicam quais emendas individuais e coletivas podem ser incluídas no relatório final. O relator da área da Educação foi o senador Wellington Fagundes (PL-MT), que sugeriu aumento de R$ 4,5 bilhões no orçamento da área para o ano que vem, previsto atualmente em R$ 134,7 bilhões pelo projeto da Lei Orçamentária Anual.
Conforme o relator, o Orçamento do ano que vem é o mais importante por conta das graves consequências da Covid-19 em 2020 e 2021.
Do total, está previsto um montante de R$ 52,7 bilhões para instituições federais de ensino superior e R$ 41,2 bilhões para o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.
O relator acatou 76 emendas coletivas, com total de R$ 952,5 milhões, e 579 emendas parlamentares individuais.
As emendas coletivas priorizam ações como suporte à educação básica, retomada de obras inacabadas, apoio à infraestrutura das escolas, reestruturação de universidades federais e hospitais universitários e modernização do ensino de educação profissional e tecnológica.
Fonte: Agência Senado
Fotos: Agência Senado
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